Building the Future · Microsoft · Lisboa, 2023 Diretor de Criação e Inovação — Construtor de produtos digitais
Desde que lembro, gosto de explorar territórios que ainda não têm manual. Foi assim com a publicidade digital, UX, produtos digitais, apps e, de uns anos pra cá, inteligência artificial. Fiz isso em agências, multinacionais de tecnologia e startups.
Meu objetivo profissional nunca foi construir um cargo, mas sim uma caixa de ferramentas (estratégia, criação, produto, design, tecnologia) que servisse pra resolver problemas variados.
Quando a norma entrou em vigor, fui atrás do que se formou em volta dela: 40+ organizações catalogadas, 48 acórdãos de burnout analisados um a um, um mapa interativo do ecossistema e um ensaio sobre a cadeira que ninguém ocupa (a de quem projeta o trabalho, em vez de tratar o sintoma).
O interesse nasceu do Prumo e foi ao encontro do que eu faço há décadas: design de produtos digitais. Este ensaio é o resultado (e uma declaração: é com isso que eu quero trabalhar).
Se tiver a fim de bater um papo sobre esse tema, me chama pra um café que eu vou adorar.
Mapeei as ferramentas e o financiamento público climático no Brasil: o dinheiro existe (R$ 27 bi em 2026), 1.594 municípios não conseguem acessá-lo, e falta a camada de decisão que conecta as duas pontas.
Pensar sozinho converge cedo demais.
Você começa com uma ideia, monta uma mesa de especialistas — estrategistas, criativos, céticos de plantão e dois ou três gênios — e comanda o debate. Ou só assiste ao circo pegar fogo. Mais perspectivas, e a ideia vai mais longe do que iria sozinha.
Cada uma dessas skills conduz um processo que eu preciso fazer bem e com frequência. Pensar, decidir, extrair, gerar. Construí pro meu uso, mas funcionam pra qualquer um. Open source.
O jeito que encontrei pra driblar minha resistência à autopromoção é, vez ou outra, escrever sobre as coisas que eu vejo, vivo, uso e penso.
